EPI Catarinense

Quanto custa um acidente de trabalho? Por que o EPI sai mais barato

Muita empresa olha o preço do EPI como despesa e esquece o outro lado da conta: o custo de um acidente. Um único acidente grave pode somar custos trabalhistas, previdenciários, administrativos, até criminais, além da parada da operação. Em geral, o EPI correto, trocado no prazo, é a parte mais barata dessa conta.

Os custos de um acidente

O que a empresa precisa provar em um processo

Em ação trabalhista por acidente, a empresa costuma ter de comprovar que cumpriu a norma: PGR atualizado, EPI adequado e com CA válido, ficha de entrega assinada, treinamento de uso e fiscalização do uso. A ausência desses registros pesa contra o empregador, mesmo quando o trabalhador também errou.

Fazendo as contas

Um kit de EPI por trabalhador, reposto no prazo, tem custo conhecido e previsível. Uma condenação, uma ação regressiva ou uma perícia pode custar de uma vez mais do que anos de EPI para toda a equipe. Por isso, comparar o preço do EPI com o custo do risco quase sempre leva à mesma conclusão: prevenir é mais barato.

O exemplo do cinto de segurança

Um cinto tipo paraquedista novo costuma custar em torno de R$ 150 a R$ 200 (valor de referência, varia por modelo e fabricante). Se o equipamento envolvido em um acidente for questionado, o laudo técnico para avaliá-lo muitas vezes custa mais do que um cinto novo. Reaproveitar um cinto duvidoso para economizar essa quantia é um mau negócio.

Veja também

Resumo informativo, sem valor de parecer jurídico ou técnico. A redação oficial e vigente das Normas Regulamentadoras está no portal do Ministério do Trabalho e Emprego (gov.br). Para aplicar a norma na sua empresa, consulte o profissional de segurança do trabalho.

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